Convidado - Conexão Eclésia https://servolivre.com/author/convidado/ Nosso propósito é edificar o Corpo de Cristo Mon, 18 Feb 2019 16:21:04 +0000 pt-BR hourly 1 https://servolivre.com/wp-content/uploads/2024/10/cropped-servolivre-favicon-32x32.png Convidado - Conexão Eclésia https://servolivre.com/author/convidado/ 32 32 Sou isso quando ninguém me vê https://servolivre.com/2016/04/18/sou-isso-quando-ninguem-me-ve/ Mon, 18 Apr 2016 13:12:38 +0000 https://servolivre.com/?p=8883 Quando ninguém me vê… Em nosso trabalho ou na igreja, as pessoas que nos rodeiam conhecem nossa forma de atuar

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Quando ninguém me vê

Em nosso trabalho ou na igreja, as pessoas que nos rodeiam conhecem nossa forma de atuar ou proceder. Em nosso lar, nosso cônjuge e filhos nos conhecem melhor ainda; sabem como é nosso caráter e nossa maneira de ser. Porém, no mais íntimo ninguém nos conhece (nem nosso cônjuge, nem o pastor, nem o discipulador), mas apenas Deus. É por isso que a ação ou o conselho dos que guiam nossas vidas só podem chegar até certo ponto.

Somente Deus, por meio de sua Palavra, que “é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração…  todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas” (Hebreus 4:12,13).

Assim como as pessoas enxergam meu rosto, a cor dos meus olhos o minhas feições, há alguém que, com absoluta nitidez, vê meu espírito e me conhece totalmente. Ele conhece os pensamentos mais secretos e as intenções do meu coração.

Quais são as intenções que surgem desse lugar tão íntimo, do mais profundo do ser? Quais são os pensamentos íntimos que prevalecem em mim? Deus os conhece.

Gostaria de explicar isso com toda simplicidade. A intenção mais profunda do meu coração pode apontar para mim mesmo ou para Deus.

Isso é tão simples e também profundo.

Deus ou eu. São as únicas alternativas que existem em meu coração.

Esta é a definição mais séria e profunda que deve enfrentar um servo de Deus para sua formação.

O que eu busco em minha vida? Qual é minha intenção em tudo o que faço? Minha glória ou a glória do Senhor?

O fim supremo do homem é a glória de Deus. Fomos predestinados para o louvor da Sua glória (Efésios 1:11-12).

Se queremos focar nossa vida adequadamente, nos forjar e orientar bem em nosso foro íntimo (em nosso coração) devemos determinar que a única intenção de nossa vida deve ser agradar a Deus.

E disso não preciso convencer os homens, mas sim a Deus. Não há muito valor que eu testifique ou ore publicamente sobre Ele. Deus vê o que há em meu coração e não se impressiona com minhas palavras.

Em meu espírito há uma bússola que aponta para mim ou para Deus: para minha realização pessoal ou para a glória de Deus; para minha vontade ou para a Sua vontade. Ele ou eu? Não se pode apontar para ambas as direções.

Esse é o sentido mais profundo do que Jesus ensinou ao dizer: “Negue-se a si mesmo”. O que não se nega a si mesmo não pode ser Seu discípulo nem segui-lo.

O mais importante em nossa vida é que o norte da bússola esteja orientado bem definidamente para Deus. O resto será fácil.

É exatamente isso que Paulo afirma em Atos 20:24: “Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus…”.

Isso é o que deve estar escrito em nosso coração.

Hoje em dia há muitos fatores externos que condicionam as ações dos homens. Diz-se que você é um quando está absolutamente só, sem que ninguém possa te observar ou controlar.

Se jamais tivesse que prestar contras a ninguém, como você viveria?

Caim matou seu irmão Abel na solidão. Naquele tempo não havia polícia, nem juízes, nem cadeia.

Pensemos na situação de José no Egito. Estava só, longe de sua família, sem padre, pastor nem congregação que o pudesse controlar. Era um desconhecido num país estranho. E a esposa de Potifar o tentou: “Dorme comigo…”. Quem deu a José nessas circunstâncias tão especiais a firmeza para não cair? A intenção mais profunda de seu coração era Deus e não sua própria vontade! Que exemplo extraordinário! Essa é a classe de pessoas que Deus nos chama para ser.

Jorge Himitian 
Texto originalmente publicado em espanhol no site do autor. 

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Acendamos a luz https://servolivre.com/2016/04/07/verdade/ https://servolivre.com/2016/04/07/verdade/#respond Thu, 07 Apr 2016 13:15:07 +0000 https://servolivre.com/?p=9730 Como um grande edifício, a sociedade necessita de uma coluna que a sustente. E a Bíblia diz que a igreja

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Como um grande edifício, a sociedade necessita de uma coluna que a sustente. E a Bíblia diz que a igreja é a coluna e baluarte da verdade (1 Timóteo 3.15). A sociedade está se arruinando, os países se desmoronam. Há uma crise e corrupção generalizada. No entanto, Deus diz:

“Vacilem a terra e todos os seus moradores, ainda assim eu firmarei as suas colunas” (Salmos 75.3).

Não se preocupe com o avanço circunstancial das trevas, porque a Bíblia diz que a luz resplandece sobre elas. A terra será abençoada pelo Senhor. A igreja voltará a ser o sal da terra e a luz deste mundo. Não vamos maldizer as trevas, mas acendamos a luz. De que modo, como igreja, devemos cumprir com nossa responsabilidade de ser coluna da verdade na sociedade?

Além de orar por nossas nações e pregar o evangelho, quero agregar algo fundamental que temos negligenciado. Devemos ensinar às nações a lei de Deus. Paulo destaca isso com muita clareza ao escrever ao seu colaborador Timóteo.

“Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida. Do que, desviando-se alguns, se entregaram a vãs contendas; Querendo ser mestres da lei, e não entendendo nem o que dizem nem o que afirmam. Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela usa legitimamente; sabendo isto, que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas, para os devassos, para os sodomitas, para os roubadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para o que for contrário à sã doutrina, conforme o evangelho da glória de Deus bem-aventurado, que me foi confiado” (1 Timóteo 1:5-11).

O que é “doutrina”?  Provém do termo grego didaké. A igreja deve ensinar a didaké às nações. Em que consiste? Nos ensinos e mandamentos do Senhor que revelam sua vontade. A didaké são mandamentos claros que mostram aos homens a vontade de Deus.

Um profeta é alguém que fala aos homens da parte de Deus. A igreja deve ensinar a didaké – a doutrina do Senhor – não só aos crentes, mas também à sociedade. Devemos ensinar a lei do Senhor e fazer uso legítimo dela. Diz Paulo:

 “Querendo ser mestres da lei, e não entendendo nem o que dizem nem o que afirmam” (I Timóteo 1:7).

Há pessoas que pretendem ser doutores da lei, mas falam palavras vãs, e não entendem nem o que dizem nem o que afirmam. Um dos assuntos que mais usados para se dizer muito sem dizer nada é a religião. Uma pessoa pode entreter outras por horas com lindos discursos sem dizer nada concreto, sem revelar a vontade, sem ensinar a lei de Deus.

O que é a lei de Deus? É aquela que revela a vontade de Deus aos homens.

“Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela usa legitimamente”.

Entretanto, a lei não é para os justos, eles já a conhecem e a praticam. Paulo diz que a lei é para os pecadores, é para que seja ensinada a uma sociedade que cada vez vive mais longe da vontade de Deus.

Paulo utiliza termos fortes para falar da situação da sociedade. Nesta passagem usa quatro palavras distintas para descrever os que praticam o pecado: transgressores, desobedientes, ímpios e pecadores.

A lei é para eles. Devemos ensinar a toda a sociedade os “Dez Mandamentos” e a doutrina de Cristo que estão no “Sermão do Monte” (Mateus 5, 6 e 7).

Hoje todas as opiniões parecem válidas. Qualquer apresentador de televisão, ator ou jogador de futebol opina sobre religião e moral. O jogador deveria opinar sobre futebol e o político sobre política; porém, hoje todo mundo ensina sobre moral e ninguém pode fazer calar suas vozes. Portanto, devemos ensinar a vontade de Deus para as nações. É necessário que venha o temor de Deus às nações. Nem tudo vale.

Em nossa nação estamos vivendo tempos críticos. O casamento parece algo antiquado. As pessoas decidem não casar. Preferem viver juntos como “casal”. Entretanto, essa não é a vontade de Deus. Devemos ensinar a sociedade a lei fundamental que Deus estabeleceu sobre o casamento:

“… deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne. Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mateus 19:5,6).

O casamento não é uma invenção humana, é uma instituição divina, foi Deus quem o estabeleceu.

Também não existe para Deus o casamento homossexual. Devemos ensinar que um homem não pode se unir com outro homem. A Bíblia é clara a respeito:

“Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne” (Gênesis 2.24).

A sociedade está vivendo de um modo distorcido. Quem vai sustentar a verdade e a vontade de Deus, senão a igreja? Devemos abrir nossa boca, mas não para condenar ou desprezar. Amamos aos homossexuais, aos adúlteros, aos alcoólatras e aos ladrões; mas devemos lhes ensinar a verdade em amor. Devemos fazer uso legítimo da lei.

Devemos ensinar que jurar sobre os Santos Evangelhos, por Deus ou pela pátria, e depois não cumprir é grave. Temos que ensinar que não se deve mentir, nem dar falso testemunho.

Hoje em nosso país, especialmente em Buenos Aires, as pessoas já não podem viver tranquilas. Os sequestros estão na ordem do dia. E nesta passagem fala acerca dos sequestradores. Devemos ensinar à sociedade que a lei básica da convivência entre os seres humanos é o respeito ao próximo, o respeito pela vida. A lei diz: “Não matarás”. Essa é a vontade de Deus.

“Não furtarás”, “não dirás falso testemunho”, “honra a teu pai e a tua mãe”.

Ensinemos a lei, ensinemos a vontade de Deus.

Devemos ensinar que o matrimônio é para toda a vida, que o que se divorcia e se casa de novo comete adultério, mesmo que as leis civis permitam ou aprovem.

Quem vai sustentar a verdade, senão a igreja? Paulo diz a Timóteo: “Como te roguei, quando parti para a macedônia, que ficasses em Éfeso, para advertires a alguns, que não ensinem outra doutrina”. Devemos ensinar a palavra de Deus, a didaké, que revela a vontade de Deus.

Não são muitos os mandamentos que contêm a vontade de Deus. Devemos ensiná-los utilizando todos os meios possíveis. E o que mais está ao alcance de nossas mãos é o nosso testemunho pessoal. Não fique calado. Aí onde você está revele a verdade com amor. Ame a verdade, ensine e faça uso legítimo da lei.

Também nesta passagem Paulo fala dos que matam seus pais, suas mães ou outras pessoas. Quem vai ensinar às nações que a mentira, a corrupção e o roubo são pecados? Quem vai lhes advertir que todos os homens um dia comparecerão perante o justo juízo de Deus?

Devemos pregar acerca do arrependimento. Mas de que vão se arrepender se a maioria nem sequer tem consciência de que o que estão fazendo é mal? Creem que, como todas fazem a mesma coisa, está tudo bem.

Nossa sociedade confunde o comum com o normal, e crê que o normal é o comum. O comum é o que a maioria faz; o normal é o que está de acordo com as normas. Muitos creem que é normal mentir porque todos mentem. No entanto, mentir não é normal, é comum. Os jovens cometem fornicação. Uma menina dorme com um garoto, e acha que é normal. Quem vai lhes ensinar que o que fazem é anormal? A igreja, que é coluna e baluarte da verdade. Todos faltam com o respeito com seus pais, e acham que é normal; porém, não é normal, é comum, todos o fazem. Devemos ensinar as normas de Deus.

Se fala muito sobre s direitos humanos, e é bom fazer valer os direitos de todos. Mas, quando vamos falar dos direitos de Deus? Ele não é o criador de tudo? Não é o dono de tudo? Não tem direitos?

As pessoas vivem enganadas. Satanás as tem cegado. A maioria não sabe a verdade, e nós como igreja fomos postos para ensinar a vontade do Senhor, chamar as pessoas ao arrependimento e à salvação por meio de Jesus Cristo, o Senhor.

Jorge Himitian
Texto originalmente publicado em espanhol no site do autor

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4 leis que vão te encher de liberdade https://servolivre.com/2016/03/30/4-leis-que-vao-te-encher-de-liberdade/ https://servolivre.com/2016/03/30/4-leis-que-vao-te-encher-de-liberdade/#respond Wed, 30 Mar 2016 13:29:05 +0000 https://servolivre.com/?p=9535 “Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos… o homem que observa atentamente a lei perfeita

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“Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos… o homem que observa atentamente a lei perfeita que traz a liberdade, e persevera na prática dessa lei, não esquecendo o que ouviu mas praticando-o, será feliz naquilo que fizer” (Tiago 1:22,25).

Somos chamados a andar na lei da liberdade, que é perfeita, e a estar entre aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática. Porque quando somos praticantes da palavra, ela nos salva, nos livra da escravidão do pecado. O inimigo nos engana, nos fazendo crer que quando vivemos como queremos somos livres, e assim nos submete à servidão de viver na lei do pecado que é imperfeita e que faz com que não possamos alcançar a felicidade. Hoje quero apresentar quatro elemento dessa lei da liberdade que têm o poder de mudar sua vida se colocá-los em prática. Convido você a se animar a revolucionar seu ano. Essas leis se encontram em I Tessalonicenses 5:15-19 e profetizo sobre sua vida que são palavras de Deus para que neste ano você caminhe em liberdade.

1. Retribuir o mal com o bem

“Evitai que alguém retribua a outrem mal por mal; pelo contrário, segui sempre o bem entre vós e para com todos” (v. 15). Este desafio é enorme porque é contrário à maneira como vive o mundo. Na sociedade atual se alguém nos trata bem, nós o tratamos de igual modo. Mas se alguém te destrata, você o trata mal também. Se alguém grita com você, você grita com ele, se te insulta, você o insulta. Mas o Senhor, através do apóstolo Paulo nos ensina que temos que nos esforçar em fazer o bem, e não só entre nós mas também aos de fora. Amar até o inimigo. Se alguém te maldiz, o abençoe, ore por ele e você vai viver na lei da liberdade, que é perfeita, e vai ser feliz.

2. Estar sempre alegre

“Regozijai-vos sempre” (v. 16), é a outra lei que nos vai mudar a vida. Levantar-se com um sorriso, dando graças a Deus, se alegrando por tudo o que Ele nos concede. Paulo nos anima a estar sempre alegres, felizes. Sempre. Isso depende de nosso interior, não das circunstâncias. Não temos poder sobre as circunstâncias, mas sim sobre nosso coração. Nosso ano vai ser diferente se vivermos os 365 dias contentes. Isso vai mudar nossa vida!

3. Orar em todo momento

Outra das leis que nos vão trazer liberdade é “Orai sem cessar” (v. 17). Temos este maravilhoso privilégio de poder estar em permanente comunhão com Deus. Em nosso tempo a sós, mas também ao longo do dia, quando vamos ao trabalho, enquanto caminhamos ou tomamos o transporte coletivo, quando estamos dirigindo. Enquanto fazemos as tarefas de casa ou conversamos com outros, podemos levantar uma oração silenciosa e estar em permanente contato com o Senhor. Se fizermos isso como algo constante, vamos ver como o Senhor nos conduz ao longo de toda a jornada para que sejamos verdadeiramente livres.

4. Dar graças a Deus em toda situação

“Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” (v.18). Dar graças quando as coisas estão bem é algo mais simples, mas ter que agradecer em qualquer situação vai contra a corrente. Dar graças em qualquer circunstâncias? Dar graças quando estou enfermo? Dar graças a Deus se fui despedido do trabalho? Dar graças a Deus quando enfrento diversos problemas? Sim, dar graças em toda circunstância, porque essa é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus! Essa atitude vai mudar nossa maneira de viver. Não há problema que possa nos vencer, porque por tudo vamos estar agradecidos, sabendo que Deus dispõe todas as coisas para o bem daqueles que O amam (Romanos 8:28). É a lei da liberdade. Seremos livres do pecado da queixa, de nos lamentar por nossos problemas e vamos viver na liberdade do Espírito.

E se fizermos todas essas coisas, o Espírito Santo não se apagará dentre de nós. “Não apaguem o Espírito” (v. 19). Eu quero viver meu ano perto do Espírito Santo, e te animo que você também tome esse desafio como próprio, não apaguemos o Espírito, vivemos na lei da liberdade: devolvamos bem por mal, estejamos sempre alegres, oremos em todo tempo e demos graças a Deus em toda situação.

Jorge Himitian
Texto originalmente publicado em espanhol na página do autor no Facebook

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Uma verdadeira causa pra lutar https://servolivre.com/2016/03/11/uma-verdadeira-causa-pra-lutar/ https://servolivre.com/2016/03/11/uma-verdadeira-causa-pra-lutar/#respond Fri, 11 Mar 2016 13:00:09 +0000 https://servolivre.com/?p=9606 No vídeo “Uma verdadeira causa pra lutar”, Carol Brum fala sobre a condição da mulher e da verdadeira maneira de

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No vídeo “Uma verdadeira causa pra lutar”, Carol Brum fala sobre a condição da mulher e da verdadeira maneira de trabalhar por dias melhores.

“Tu, SENHOR, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em ti.”
(Isaías 26:3)

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Anonimato e coragem de uma mulher https://servolivre.com/2016/03/10/mulher-do-fluxo-de-sangue-anonimato-e-coragem/ https://servolivre.com/2016/03/10/mulher-do-fluxo-de-sangue-anonimato-e-coragem/#respond Thu, 10 Mar 2016 14:49:24 +0000 https://servolivre.com/?p=9600 Quando leio o texto da mulher do fluxo de sangue, duas coisas me chamam atenção. A primeira é o seu

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Quando leio o texto da mulher do fluxo de sangue, duas coisas me chamam atenção. A primeira é o seu anonimato. A mulher do fluxo de sangue é uma das personagens mais conhecidas da Bíblia, embora seu verdadeiro nome nunca tenha sido mencionado. O nome é a primeira coisa que nós recebemos quando chegamos nessa terra.  Mas o que acontece quando alguém experimenta um milagre e essa pessoa não é identificada, sendo reconhecida apenas pela doença que possuía?

Recentemente me casei e confesso que tive certa dificuldade em receber o nome do meu marido. Sempre gostei muito do meu sobrenome. Para ser bem sincera, tinha bastante orgulho dele.  Mas acredito que, ao adotar o sobrenome do marido, a mulher demonstra não apenas submissão, mas  união entre duas famílias. Porém, o principal motivo pelo qual mudei de nome foi crer no senhorio de Jesus, uma vez que Ele é meu dono, tenho que estar livre de tudo, até mesmo de quem sou.  Afinal, o nome que tem poder é o dEle, e nenhum outro. E no milagre operado na vida daquela mulher, não era o nome dela que devia ser destacado, mas o nome daquele que muda as nossas vidas, opera milagres, nos salva e muda o nosso caráter. Isso é relevante, isso precisava entrar para a história.

Contudo, esse texto traz um detalhe importante. Quando Jesus  despediu a mulher do fluxo de sangue, Ele não a chamou pelo nome,  mas a chamou de filha. Não me lembro de outro registro em que  Jesus chama assim alguma pessoa que Ele  curou e depois despediu. Para o geraseno, Ele apenas disse: ” vai  para casa e conta aos teus tudo o que Deus fez por ti” (Lucas 8:39).  Ele poderia ter dito para aquela mulher apenas o que disse ao geraseno: “vai em paz”. Ou, “Mulher, a tua fé te salvou, vai em paz”. Mas ele disse: Filha, a tua fé te salvou; vai em paz” (Lucas 8:48). Ele a chamou de filha. Para entender melhor o que isso significa, vamos à segunda coisa que me chama atenção nesse texto: a coragem daquela mulher.

Segundo a lei de Moisés uma mulher era considerada imunda quando estava em seu período menstrual, e tudo o que ela tocasse tornava-se igualmente imundo. Os Evangelhos relatam que tal mulher padecia com aquele fluxo havia 12 anos.  Imagino que ela estivesse fraca e debilitada, então para chegar até Jesus ela deve ter se esforçado muito e demorado muito. Pois, aproximar-se de Cristo, além do esforço físico, exigia discrição. Ela não poderia tocar nas pessoas, pois as contaminaria, logo, ela não poderia ser vista. Se isso acontecesse, ela corria o risco de ser expulsa do lugar em que estava, humilhada e até agredida. Imagino que aquela mulher tivesse muitos complexos. Ela era definida pela sociedade como imunda, provavelmente sentia-se um fardo para aqueles que conviviam com ela.

Mas tal mulher se encheu de esperança e fé ao ouvir falar de um homem que curava doentes. Creu que se apenas tocasse suas vestes seria curada, livre de todos aqueles estigmas.  Ela enfrentou a multidão, tocou em Jesus e imediatamente foi curada. Chamou a atenção do Mestre, e Ele queria saber quem o tocou, pois dele havia saído poder.

“Vendo a mulher que não poderia ocultar-se, aproximou-se trêmula e prostrando-se diante dele, declarou, à vista de todo o povo, a causa porque lhe havia tocado e como imediatamente fora curada” ( Lucas 8:47).

Ela sentiu tanto medo que tremia. Mas Jesus não a expulsou, não a chamou de imunda, não a entregou à lei. Ele disse: “Filha, a tua fé te salvou, vai- te em paz”. Ele não apenas a curou, mas deu-lhe uma nova identidade e a vida eterna. Ele não a chamou pelo  nome, a chamou de filha. Convidou-a para fazer parte a sua família, deu-lhe valor, e uma nova razão para viver.

É isso que Jesus faz em nossas vidas. Ele nos adota como filhos, nos dá a vida eterna e transforma as nossas razões para viver. Quando entendemos isso, somos livres de coisas pequenas, como nossos direitos e os cuidados com as coisas dessa vida. Que a história da mulher do fluxo de sangue seja uma inspiração para nós, para que posssamos prosseguir com coragem e humildade, sem preservar nosso nome ou reputação, firmes em seguir a Jesus.

Bianca Garofani Paz

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A humildade e a fé da mulher cananeia https://servolivre.com/2016/03/09/humildade-e-fe-da-mulher-cananeia/ https://servolivre.com/2016/03/09/humildade-e-fe-da-mulher-cananeia/#respond Wed, 09 Mar 2016 13:35:34 +0000 https://servolivre.com/?p=9595 Uma situação que me chama muita atenção é o diálogo narrado em Mateus, de Jesus com uma mulher cananeia. O

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Uma situação que me chama muita atenção é o diálogo narrado em Mateus, de Jesus com uma mulher cananeia. O Evangelho de Marcos menciona que ela era grega, de origem siro-fenícia. Este simples fato, dela ser mulher e grega, já seria suficiente para que Jesus, devido a cultura de sua época, não lhe dirigisse palavra. Mateus nos conta que seus discípulos, inclusive pediram para que ela  fosse dispensasda. Mesmo porque, ela gritava, e por certo, ja incomodava a todos com sua insistência.

Jesus, querendo fazer unicamente o que seu Pai o havia ordenado, respondeu que havia sido enviado às ovelhas perdidas da casa de Israel. Mas, aquela mulher cananeia, provavelmente atraída pela acessibilidade que encontrava em Jesus, se aproximou e adorou, pedindo socorro. Ele , como sempre, rompeu os protocolos e lhe respondeu. Mas, a resposta de Jesus certamente não foi das mais esperadas. Ele mostrou claramente que aquele povo não era prioridade no momento, em sua agenda.

Ele respondeu: “Não é certo tirar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos” (Mateus 15:26).

Só que o que me surpreende mais ainda é a forma como esta mulher lida com essa situação tão constrangedora. Não se sentindo rejeitada ou preterida, ela humildemente ouve a resposta de Jesus e ainda insiste. Ela não queria mais pedir a deus pagão algum. Agora ela confiava e escolhia crer em Jesus. E creu tanto, que sua fé foi elogiada por Ele. Sinceramente, não sei se eu teria tanta humildade e fé. Mas, foi justamente esta postura de humildade que a levou a alcançar um elogio por parte de Jesus e ainda, seu milagre.

Creio que esta resposta de Jesus deve nos levar a ter cada vez mais convicção de fazermos tudo o que fizermos dirigidos pelo Pai e para glória do Pai.. É claro que Jesus sabia a mais profunda necessidade daquela mulher. E sua aparente negativa não tinha a ver com negligenciar a urgência do pedido dela. Talvez, nos dias de hoje, Jesus seria taxado de insensível com sua resposta, ou mesmo preconceituoso, por não privilegiar o pedido de uma siro-fenícia. Mas, Jesus nunca foi alguém movido por pressões populares, nem mesmo pelo ibope que suas “boas ações” causariam. Ele olhava fixamente para os planos do seu Pai, crendo que eram bem melhores e superiores aos seus.

A mulher cananeia, por sua vez, não questionou a agenda de Jesus e sua aparente negativa. Mas, continuou a olhar para aquele único que poderia lhe dar resposta. Ainda que, não no momento. Era isso que a movia. Ela não duvidou do caráter e do amor de Jesus, do qual sempre deve ter ouvido falar.

E é isso que deve nos mover. Ele nos ordenou a insistir, e não desistir daquilo que desejamos alcançar em Cristo. Seja qual for a situação, um pecado a ser vencido, uma situação financeira, um coração partido. Tudo isso deve ser levado ao nosso Grande Pastor com máxima urgência, sabendo sempre nosso lugar. Não exigindo direitos, pois não temos direito algum como servos. Mas, clamando e crendo na misericórida e no amor genuíno de Deus que, por vezes nos faz esperar, e por vezes nos faz clamar e tornar nosso coração humilhado, reconhecendo quem somos, diante da Sua presença.

Ana Carolina de Assis Brum Pires

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Não custa muito, custa tudo! https://servolivre.com/2016/03/08/a-oferta-da-viuva-pobre/ https://servolivre.com/2016/03/08/a-oferta-da-viuva-pobre/#comments Tue, 08 Mar 2016 13:38:06 +0000 https://servolivre.com/?p=9591 “Assentado diante do gazofilácio, observava Jesus como o povo lançava ali o dinheiro. Ora, muitos ricos depositavam grandes quantias. Vindo,

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“Assentado diante do gazofilácio, observava Jesus como o povo lançava ali o dinheiro. Ora, muitos ricos depositavam grandes quantias. Vindo, porém, uma viúva pobre, depositou duas pequenas moedas correspondentes a um quadrante. E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta viúva pobre depositou no gazofilácio mais do que o fizeram todos os ofertantes. Porque todos eles ofertaram do que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza deu tudo quanto possuía, todo o seu sustento.”

Fiquei imaginando Jesus observando o pessoal colocando o dinheiro na “caixinha”. Parece que vejo o Mestre com a mão no queixo, os olhos cerrados e atentos, sentado de maneira discreta num cantinho. Ele avaliava cada coração que lançava ali o seu dinheiro. E foi uma viúva muito pobre que atraiu a atenção de Jesus e o fez chamar os discípulos para aprender com ela. Aquela mulher se destacou no meio dos ricos e suas riquezas deixadas no gazofilácio.

Apesar deste texto tratar mais especificamente de dinheiro, não consegui deixar de associá-lo com nossa entrega ao Senhor. O modelo que aquela mulher deu não foi apenas de liberdade no que diz respeito às riquezas, mas o exemplo de alguém que confia e se rende a Deus. Lembrei de uma época da minha vida em que Deus me pediu algo muito importante.

Na ocasião, eu era noiva. Estava há 40 dias do meu casamento. Sonhei tanto, fiz tantos planos. Estava tão apaixonada. Tudo praticamente organizado. Convites impressos esperando para entregar aos convidados, local fechado, fotos, cerimonial, decoração, tudo que tinha direito. Eu já tinha o meu vestido escolhido, sabia que penteado usaria e como seria minha maquiagem. Meus sonhos se realizariam em poucos dias. E foi aí que o inesperado aconteceu. Em um determinado momento, Deus falou comigo. “Entrega”, Ele me dizia. Eu pensei: oi? Quis me fazer de louca, mas já tinha entendido o que Ele pediu. E Ele repetia: “entrega”. E eu ainda resistindo. Mas chegou uma hora em que fiquei tão angustiada que decidi. Isso mesmo. Deus queria que eu desmarcasse meu casamento sem data prevista para remarcar. Pense no meu desespero. Encurtando a história, decidi obedecer. Sabia que era o mais prudente e um ato de entrega e sacrifício.

Nunca me esqueço do momento em que tiramos as alianças. Foi terrível, um sonho chegando ao fim. Enfrentar a família e explicar aos amigos foi tenso. Eu revivia a todo momento. Presentes chegavam na minha casa e uma profunda angústia também. Sinceramente, eu não entendia totalmente o porquê de tudo aquilo. Mas confiei, sacrifiquei “meu Isaque” sem saber se Deus mandaria um cordeiro no lugar dele. Foi uma das experiências mais marcantes da minha vida. A mais difícil e desafiadora, mas o tempo em que mais provei coisas maravilhosas com Deus.

Dei o que me custava, o que era importante para mim. Entreguei meus sonhos e planos. Confesso que não foi fácil, sofri, tive momentos de medo, angústia, preocupação. Mas em todo o tempo, Deus me ajudou a perseverar em obediência. E valeu a pena! Um ano depois me casei e hoje entendo melhor o que Deus queria me ensinar naquele momento.

A viúva deu o que era mais valioso para ela. Foi sacrifício. Não custou muito, custou tudo! Deus quer uma entrega total. Ele quer ver a bandeira branca levantada por nós em sinal de rendição e confiança. Ele pede tudo, não uma parte. Quer todo o coração, não um pedaço. Sendo assim, só uma palavra me vem à mente: Quem tentar preservar sua vida perde-la-á; mas quem perder a sua vida na realidade a manterá. Lucas 17:23.

Que você possa se entregar totalmente aos planos de Deus para sua vida, crendo que Ele não perdeu o controle de nada. Que Seu coração seja livre para entregar qualquer coisa. Confie, vai valer a pena!

Izabelle Andretta de Assis

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Se você tivesse que resumir em poucas palavras o princípio básico para se dar bem com seu cônjuge, o que você diria? Pensemos em uma regra prática ,que sirva tanto para quando tudo está bem como também para quando surgem problemas.

Muitas vezes escutamos alguns conceitos populares a respeito:

– “Não se deixe manipular por sua mulher”
– “Não deixe faltar o respeito com você” (dirigido à mulher).
– “Não conte tudo porque algum dia será usado contra você” (diriam algumas pessoas com certa experiência).
– “Não deixe que a raiva dure três dias”
– “Nunca insulte ou maltrate o seu cônjuge, seja verbal o fisicamente.”
– “Não seja ciumenta; pois vai afastá-lo.”
– “Ame-a ferventemente” (diriam outros que podem ter tido algum sucesso em seu casamento).

Eu tenho feito essa pregunta a muitos casais, sejam os que estão a ponto de casar ou que já estejam casados. E eles me responderam:

“A comunicação é fundamental”.
“Tem que haver respeito mútuo”.
“Não devemos nos ferir com palavras, nem de qualquer outra forma”.

Mas, e se perguntássemos a quem inventou o casamento? Ele disse: “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Mateus 7:12).

Alguém dirá: “Ah, ,as essa é a regra de ouro”. É sim! Creio que é o princípio bíblico mais conhecido e menos aplicado pelos cristãos. Creio que se trata de um princípio revolucionário para nossas relações inter-pessoais. E, obviamente, a relação mais forte entre duas pessoas é a que se dá no casamento.

Este princípio foi previamente enunciado por gregos e judeus, mas de forma inversa: “Não faça aos outros o que não gostaria que fizessem a você”. Digamos que este é o clássico “não se meta”. Se você não gosta que te insultem, não insulte. Se você não gosta que te ignorem, não ignore aos demais, e assim em outros casos. Mas o Senhor dá a esse princípio um sentido inesperado: “Façam com os demais o que vocês querem que eles façam com vocês”. É uma mudança positiva cuidar de compreender o outro para saber como amá-lo da maneira que ele necessita ser amado.

Se eu pensasse: “Devo amar minha esposa desta maneira. Como fazer isso? Já sei! Eu queria que minha esposa me acompanhasse vendo uma partida de futebol, por isso vou convidá-la”. Não. A ideia é tratar de descobrir o que ela gosta e amá-la dessa maneira, não da minha. Há coisas que ela gosta e eu não.

Uma mulher que não gostava de futebol (como a maioria) investiu uma boa quantidade de dinheiro e de tempo em ir com seu esposo assistir algumas partidas. Alguém lhe perguntou: “Você gosta tanto de futebol?”. “Não”, respondeu ela, “mas eu gosto do meu esposo”.

Ou seja, a regra de ouro poderia ser interpretada superficialmente, como fazer pelos outros o que queremos que eles façam por nós. Mas creio que o questão essencial é compreendê-los profundamente como nós desejaríamos ser compreendidos. E então tratá-los em termos dessa compreensão

Um pai inteligente disse o seguinte sobre a educação dos filhos: “Deve tratar a todos por igual, ou seja, a cada um de modo diferente”.

Na prática, em que assuntos a regra de ouro pode ser aplicada? Eu creio que esse princípio se aplica tanto a aspectos negativos como a positivos.

Aqui vão alguns aspectos negativos:

Falta de perdão e dificuldade para perdoar

Quando faço algo mal e peço perdão, não gosto que sigam me recriminando continuamente. “Ah! Então não faça isso com seu cônjuge”. Quando temos um problema, minha esposa e eu, gosto que ela venha e me peça desculpas. “Ah! Então comece você a fazê-lo”, me diz a regra de ouro.

Raiva

Não gosto que me tratem de maneira má, que me insultem ou me digam palavras que ferem. Não gosto que fiquem mudos  e não falem (que me “matem” com a indiferença). Não gosto que me faltem com o respeito. E poderíamos agregar outras coisas. Jesus me diz: “Não faça isso aos demais, então”.

Falta de interesse pelo mundo do outro

Fico encantado quando me compreendem, se interessam por mim, fazem um esforço para entender o que se passa comigo, o que penso, os problemas que tenho. Pode-se olhar tudo isso sob outro ponto de vista: Compreenda ao outro, se interesse por seu mundo interior, pelo que lhe passa, pelo que pensa e sente, por buscar uma forma de ajudá-lo.

Esta lista de aspectos negativos poderia ser ampliada indefinidamente com coisas como o ciúme, as suspeitas, o sarcasmo, a ingratidão, para logo descobrir que aplicar este simples princípio pode revolucionar nossos casamentos.

Também queria destacar alguns aspectos positivos na aplicação da regra de outro. Abordarei brevemente três deles: O serviço, o amor expressado em palavras (que não é outra coisa senão o elogio) e em terceiro lugar o contato físico amoro, ou seja, o afeto.

Uma das coisas que nós, os seres humanos, mais apreciamos é que nos sirvam. Por exemplo, quando chegamos em casa gostamos que nossa esposa nos prepare a comida, sirva a mesa, a retire, lave os pratos. Quando nos levantamos pela manhã, é claro, que ela arrume a cama. Você não dormiu nessa cama também? Não te parece justo que você colabore.

Quando vamos comer fora, que bom é quando alguém nos serve! Poderíamos dar uma lista interminável de situações em que gostaríamos que outras pessoas nos servissem.

Todas essas coisas nos agradam, não é certo? Então, sirvamos aos demais.

Um velho provérbio popular diz assim: “Quem não vive para servir, não serve para viver”

Uma vez li que quando Jesus lavou os pés dos discípulos, esses pés estavam muito sujos porque seguramente haviam pisado na rua coisas como esterco de animais que também transitavam por ali. Quando se encontraram no cenáculo não houve um escravo que lavasse os seus pés na entrada! Ninguém disse uma palavra. Ao se assentarem, como as mesas eram muito baixinhas, na verdade se colocavam um ao lado do outro, de modo que tinham os pés de seus amigos muito próximos de seus narizes… Porém, ninguém disse uma palavra.

Jesus se levantou lavou aqueles pés. Que lição! No cenáculo havia pés bem sujos e corações orgulhosos que não estavam dispostos a servir aos outros.

Também podemos melhorar a qualidade de vida das pessoas que nos cercam através de algo muito simples porém, importantíssimo: o amor expressado em palavras e o contato físico carinhoso com nossos entes queridos e com aqueles que não o são tanto.

Em muito lares este tipo de amor não existe. O lugar se parece mais com uma pensão ou um hotel onde se vai para comer e dormir. Há poucas (se há) palavras de reconhecimento e alento. Pouquíssimo tempo para expressar carinho de uns para com os outros. Nesses lares cada um parece ser um expert em detectar defeitos do outro. Quantas pessoas mais velhas  podem falar de traumas em sua vida por falta de carinho que experimentaram em sua infância! Em alguns lares só se escuta reprovações, críticas e queixas.

Mas quantas mudanças se pode alcançar na família quando se pratica o afeto (amor expressado em palavras e contato carinhoso)? Por exemplo, maridos, quanto tempo faz que você não diz à sua esposa que a ama ou o quanto ela está linda? Há quanto tempo não elogia sua comida? Há quanto tempo você não dá um forte abraço em seus filhos? Geralmente na idade pré-escolar é comum que os beijemos e abracemos, mas muitos pais deixam o trato carinhoso quando seus filhos estão maiores, principalmente quando chegam à adolescência e se tornam teimosos. Porém, talvez esse seja um meio de proteger nossos filhos de caírem em relações imorais no futuro. O testemunho daquelas pessoas que caíram em imoralidade sexual, prostituição, homossexualidade ou drogas, é que fizerem isso porque encontraram braços falsos que os aceitaram quando em casa os braços verdadeiros nunca apareceram.

Existe um idioma que às vezes é desconhecido por nós: o do contato físico carinhoso. Uma criança se fere e corre para os braços de sua mãe porque se sente melhor quando ela a recebe e a acaricia. Quando os namorados estão de mãos dadas,  estão dizendo um para o outro: “te amo”. Quando nos saudamos, nos damos a mão ou um beijo (um ser de outro planeta perguntaria: o que estão fazendo?). Um jovem vai uma uma longa viagem, e ao partir, na estação de ônibus, seus familiares dão abraços, beijos e carinhos.

Jesus manifestava constantemente esse tipo de amor. Em Marcos 10:16, percebeu a necessidade das crianças, as tocou e as abençoou. Em Marcos 1:41,42 se encontrou com um leproso e antes de curá-lo, o tocou! Jesus conhecia a necessidade de contato físico amoroso que as pessoa têm, e em especial aqueles enfermos considerados intocáveis.

Quanto bálsamo encontramos no carinho expressado por um ser amado!

Maridos, não sejam ásperos com suas esposas! Uma vez li o livro “A bênção” de Gary Smalley e John Trentque. Ali se dizia que na Universidade de Los Angeles, Califórnia, se havia descoberto que para manter a saúde física e emocional, tanto homens como mulheres necessitam de oito a dez contatos carinhosos por dia. Que tal?

Comece a contar. De manhã, quando você levanta, dê um beijo e acaricie sua esposa. Ao meio-dia, se volta do seu trabalho para almoçar, uma expressão de carinho e elogio. E assim ao longo do dia, até chegar às oito ou dez demonstração de apreço. Num clima assim, as coisas podem mudar.

Em síntese: você gosta que te elogiem e te tratem bem? Faça você com os demais, especialmente com sua esposa!

É verdade que “nem tudo o que reluz é outro”, mas essa regra reluz de verdade, porque é de ouro puro. Trata-se de uma joia que adornará sua vida e poderá deixar como legado paras as gerações futuras.

Hugo De Francesco
Texto traduzido e adaptado do espanhol.
Originalmente publicado no site Vayan e hagan discípulos, com o título “Se puede revolucionar el matrimonio”.

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